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Semana Mundial da Amamentação enfatiza benefícios da prática para crianças

   01/08/2014
Fonte: rcr.org.br   

 É celebrada até esta quinta-feira a Semana Mundial da Amamentação.

 

 

 

 

 

 O diretor-executivo do Fundo das Nações Unidas para a Infância, Unicef, disse que "dar a todas as crianças um começo de vida melhor surge com a amamentação". 

 


   Anthony Lake mencionou ainda que o aleitamento materno é uma das formas "mais simples, inteligentes e com melhor relação custo-benefício de apoiar crianças mais saudáveis, famílias mais fortes e crescimento sustentável".

 


   Esta semana destaca o "papel vital" que o aleitamento materno tem na vida das crianças e a importância fundamental de promover esta prática.

 


   Segundo o chefe da agência, o tema da celebração este ano, "Amamentação – uma Meta Vitoriosa – para a Vida!", em tradução livre para o português, enfatiza a ligação entre o ato e o alcance das Metas de Desenvolvimento do Milênio.

 


   Ele menciona que esta conexão é especiamente clara em relação à meta quatro, que envolve reduzir a mortalidade infantil. Lake diz ainda que desde 1990, o número de crianças com menos de cinco anos que morrem de causas evitáveis caiu 47%. No entanto, quase 7 milhões de crianças morrem todos os anos, mais de 40% delas são recém-nascidos.

 

         

   De acordo com o diretor-executivo do Unicef, a amamentação imediata, na primeira hora desde o nascimento, pode prevenir 20% "destas mortes desnecessárias". Isto seria mais de 500 mil menores todos os anos e mais de 1,5 mil por dia.

 


   Lake afirmou ainda que mais do que ajudar as crianças a sobreviver, o aleitamento materno tem benefícios por toda a vida. Lake disse que a prática reduz os riscos de desnutrição na primeira infância e obesidade mais tarde na vida. Ele mencionou também as vantagens para o desenvolvimento cerebral, o que pode ajudar a prevenir o nanismo.

 


   Segundo o Unicef, apesar dos benefícios comprovados, menos de 50% dos recém-nascidos no mundo são amamentados em sua primeira hora de vida. E apenas 38% das crianças com menos de seis meses são alimentadas exclusivamente pelo leite materno durante esse tempo.

 


   Ainda de acordo com o Fundo,  aconselhamento, educação e apoio podem aumentar os índices de aleitamento materno exclusiva entre crianças com menos de seis meses de idade em até 90%. O órgão afirma ainda que a amamentação para mães que vivem com HIV é atualmente mais segura graças a tratamento medicamentoso eficaz.

 


RCR/Rádio Onu

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