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   27/09/2016
Fonte: Pascom   

Em consonância com a Campanha da Fraternidade 2016, celebramos na Diocese de Juína, na cidade de Juruena, o Dia Nacional da Juventude, com o tema: Juventude e nossa casa comum. O DNJ procura sempre mostrar à juventude caminhos em que a dignidade da pessoa humana é fundamental, caminhos que orientam e conduzem à construção da Civilização do Amor. São mais de 30 anos que a Pastoral da Juventude no Brasil organiza e celebra esse dia, tradicionalmente no ultimo final de semana de Outubro, mas, devido a nossa realidade, com as estradas, nossa Diocese antecipa para Setembro.

O DNJ desse ano tem profunda inspiração na Encíclica do Papa Francisco, Laudato Si, que reflete o cuidado com a nossa Casa Comum. Reflete a pessoa humana como centro da criação, pois, “o nosso corpo é constituído pelos elementos do planeta; o seu ar permite-nos respirar, e a sua água vivifica-nos e restaura-nos” (Laudato si, nº 2). É nos dada a missão de zelar pelo jardim de Deus, pela sua criação. A terra é um organismo vivo do qual somos parte dele, fazendo-nos refleti essa Comunhão Universal com a Casa Comum [...] “Isto gera a convicção de que nós e todos os seres do universo, sendo criados pelo mesmo Pai, estamos unidos por laços invisíveis e formamos uma espécie de família universal, uma comunhão sublime que nos impele a um respeito sagrado, amoroso e humilde. Quero lembrar que «Deus uniu nos tão estreitamente ao mundo que nos rodeia, que a desertificação do solo é como uma doença para cada um, e podemos lamentar a extinção de uma espécie como se fosse uma mutilação” (Laudato si nº 89).

Em consonância com a celebração dos 300 anos da aparição de Nossa Senhora Aparecida, fala desse cuidado da mãe e mais intimamente como no Brasil ela aparece justamente das Águas, nas mãos de um povo sofrido, com a face também refletindo o sofrimento do povo de Deus, “Maria, a mãe que cuidou de Jesus, agora cuida com carinho e preocupação materna deste mundo ferido. Assim como chorou com o coração trespassado a morte de Jesus, assim também agora Se compadece do sofrimento dos pobres crucificados e das criaturas deste mundo exterminadas pelo poder humano.” (Laudato si, nº 241).

 

Por.: Patrícia Itaibele

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